Reflexões

Segundo filho… ter ou não ter?

Uma vez eu disse a amigas que ninguém merecia ter dois filhos. “Não desejo isso pra ninguém”, cheguei a proclamar. Levantando gargalhadas, é claro (mas não sem uma pontinha de sinceridade). Eu estava em pleno primeiro ano da Ana Rosa, obviamente exausta.

Se tu achas que o primeiro ano de um filho é punk, espere pra ver o primeiro ano do segundo filho (toda minha solidariedade às mães de 3 ou mais)! Mas aí o primeiro ano passou… as coisas se acalmaram… as crianças cresceram um pouco.

E hoje eu tenho uma percepção totalmente oposta àquela: toda mãe merece ter um segundo filho. Porque é o segundo que ensina pra gente a ver a vida com mais leveza, a colocar menos pressão, a não criar tantas expectativas, a curtir mais o processo do que o resultado. O segundo é a pós-graduação da maternidade (terceiro é mestrado, quarto doutorado e assim por diante). Ele mostra pra gente que a vida é do jeito que ela é, e não como a gente planejou e muito menos como os outros esperam que seja.

Coisa mais maravilhosa que é passar por tantas primeiras vezes pela segunda vez. Se encantar com as descobertas mais simples, vibrar com as pequenas conquistas diárias. Quero voltar no tempo e retirar aquilo que eu disse!

Mas se tu tiveres ai, em pleno primeiro ano do segundinho, aguenta firme! Que quando menos esperares, passou!

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