Uncategorized

2017

Em janeiro, ao contrário do que esperava, não voltei da minha licença maternidade (não remunerada) e precisamos parar a construção da nossa casa. Depois de 40 dias na casa dos sogros, desembarcamos em Floripa para passar uma temporada na casa da minha mãe. Em fevereiro demos início a uma nova relação com a educação dos nossos filhos: Ben começou a estudar em uma escola pública. Março foi um mês um pouco melhor financeiramente e nos enchemos de coragem para retomar a construção da nossa casa. Abril, maio e junho praticamos o que passamos a chamar de milagre econômico, e sinceramente não sei como conseguimos dar continuidade à construção da casa – mas conseguimos. No dia 31 de julho de 2017 dormimos pela primeira vez, em família, na nossa casa no Ribeirão da Ilha. Ainda é meia casa, ainda faltam acabamentos, mas já pode ser chamada de lar. Na política nacional foi golpe atrás de golpe. Em agosto chegamos ao limite das energias e economias e acabei precisando voltar ao mercado de trabalho tradicional. Percebi na pele como é importante de vez em quando dar um passo atrás para conseguir dar muitos passos a diante. Reencontrei velhos colegas de trabalho, em um local por onde sempre nutri um certo carinho mesmo estando longe. Em setembro fiz 36 anos, nada mal ter uma casa própria a essa idade, não é? Aos poucos a vida foi entrando nos eixos. Em outubro Ana Rosa fez 1 ano. Em novembro fizemos uma viagem em família para Curitiba, como nos velhos tempos. Em dezembro o Ben completou 5 anos e eu ainda me pego surpreendida com o tanto de coisas que podem caber em cinco anos, e o tanto de amor que pode caber nessa vidinha. Diferente de 2016, em 2017 encerro o ano com um pouco mais de clareza sobre o futuro. E muito, muito mais otimismo.

Espalhe por aí:
Facebook Twitter Email

Comentários do Facebook (ou se preferir, deixe seu comentário ali embaixo)

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *