Duas situações críticas em que o choro do bebê pode ser evitado
Ana Rosa

Duas situações críticas em que o choro do bebê pode ser evitado

Eu estou com esse post na cabeça há semanas, mas demorei a encontrar um título pra ele, e fiquei me enrolando para escrever.

Ainda acho que o título não condiz com o que eu quero falar, mas tudo bem. Assim pelo menos o post sai hehe.

As duas dicas que eu vou dar são super simples, mas não por isso são óbvias.

Eu precisei ter um segundo filho pra me dar conta dessas duas coisas. Por mais bobo que possa parecer.

A primeira é: bebê chorando no bebê conforto.

Por que o bebê chora no bebê conforto? Dizem que parece que tem espinhos. Dizem que ele quer voltar pro colo da mamãe (eu não duvido). Mas pra mim, pelo menos pra Ana Rosa, a explicação é um tanto mais prática: calor.

Pobre Ben, se acabava de chorar no bebê conforto. Sair com ele era um sofrimento sem fim. Quando eu finalmente parava o carro, concluía: tadinho, está encharcado de suor de tanto chorar!

Com Ana Rosa fui um pouco mais esperta: percebi que ela não estava “suada de tanto chorar”, mas sim “chorando de tanto suar”.

Percebe a diferença?

Ana Rosa foi um bebê super calorento, então não demoramos a perceber que o bebê conforto era um lugar quente pra ela. Resultado: os passeios de carro eram sempre só de fralda. Resultado 2: ela raramente chorava no bebê conforto. Resultado 3: foi um bebê super tranquilo de passear de carro.

A segunda: quero colo pra ver de cima

Essa eu aprendi antes de a Ana Rosa nascer, mas tarde demais pra aplicar no Ben. Foi minha amiga Elisa que contou com um misto de alívio e deslumbre que o André era um bebê que pedia muito colo, muito colo, muito colo. Até que finalmente ele começou a falar, e um dia disse: “Quero colo para ver o que você vê”.

Percebe a diferença?

Confesso que pra mim foi um choque. É claro que o bebê quer colo. É claro que ele quer ficar no melhor lugar do mundo. Mas nem sempre (arrisco dizer na maioria das vezes) o que ele quer é um chamego. A necessidade é mais prática: ele quer ver o que tem em cima da mesa, da pia, do fogão…quer ver o que o adulto está fazendo.

E isso eu consegui constatar na prática com a Ana Rosa. Quando depois de múltiplos pedidos de colo, de muito tentar fazer uma crepioca só com a mão esquerda, eu finalmente arrumei uma cadeira do lado da pia. E ela aceitou sair do meu colo. E ficou super entretida com os objetos no escorredor de louça. Agora nossos cafés da manhã eu preparo assim, com ela se equilibrando sobre uma cadeira ao meu lado.

(Quem tiver disposto a investir, uma dica são essas torres de aprendizagem que permitem ao bebê interagir dessa forma com mais segurança.)

Espero que essas duas dicas cheguem a tempo de preservar sua sanidade materna esses dois momentos críticos!

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