Esperando um bebê surpresa… como é?
Bebê 2

Esperando um bebê surpresa… como é?

Desde a gestação do Ben eu já tinha vontade de não saber o sexo do bebê. Mas sabe como é, né… primeiro bebê, aquela ansiedade toda. Uma semana antes do ultrassom de 13 semanas eu estava super curiosa, tinha uma certeza absurda desde sempre que seria um menino, e queria confirmar essa certeza. Tanto que nem nome de menina tínhamos.

Então não foi difícil decidir esperar nessa vez. Para ajudar na decisão, uma grande amiga teve um bebê surpresa em janeiro, e foi uma delícia aquela curiosidade para saber o sexo, foi incrível receber a notícia de que Laura tinha nascido!

Em relação ao pré-natal tem sido bem simples não saber o sexo desse bebê que esperamos. Como estou fazendo praticamente tudo pelo SUS, aqui eles pedem um ultrassom só, a partir de 20 semanas. Chegamos a fazer um primeiro, por conta própria, para identificar a idade gestacional e a dpp, mas estava com 7 semanas, então nem deu para ver nada.

No ultrassom de 20 semanas, já entramos na sala falando para o médico que não queríamos saber o sexo. Ele levou de boa. Tirou as medidas básicas do bebê, fêmur, perímetro cefálico, checou funcionamento dos rins, placenta… Entre uma imagem e outra, quando chegava a uma “zona perigosa” eu fechava os olhos. Uma hora, ele parou e disse “peraí… ok, já sei o sexo!”. E bola pra frente. Respeitou nossa decisão e não colocou nada no laudo. (tenho uma amiga que queria bebê surpresa e o médico gente boa falou “olha que linda!!” Muito sem noção!)

Eu contanto prazamigas como tinha sido fazer ultrassom sem descobrir o sexo.
Eu contanto prazamigas como tinha sido fazer ultrassom sem descobrir o sexo.

Em relação ao nome do bebê, acho que isso que eu estou achando mais desafiador. Nós o chamamos de “o bebezinho”, artigo definido masculino, porque é assim que é nosso idioma. Se não me engano em inglês o termo genérico para baby é “she”, acho mais interessante. Por via das dúvidas, como nosso idioma é assim mesmo, eu uso o “o bebezinho”, porque se eu falar qualquer coisa “ela” vão achar que eu já sei o sexo, ou que estou pressentindo algo!

Desde antes de engravidar, já temos um nome definido para menina, e um que eu gosto muito de menino, mas que não é consenso. Não saber o sexo do bebê tem essa vantagem: ninguém chama o bebê pelo nome, nenhum nome é o “oficial” e assim temos bastante tempo para namorar e refletir sobre várias opções. Até agora não batemos o martelo 100% em nenhum dos nomes.

Quanto ao enxoval, que é a coisa que eu sempre me perguntava, nossa essa é a parte mais tranquila! Isso porque é só anunciar a gravidez que começam a brotar de todos os cantos sacolas e mais sacolas de bebês de amigas de todos os cantos. Coisa mais linda! Com o Ben aconteceu parecido, mas foi um pouco menos intenso. Até agora, duas amigas minhas nos presentearam com duas sacolas recheadas, uma de menina e outra de menino – só essas duas já garantem praticamente um enxoval. Fora que minha irmã acabou guardando “as mais bonitinhas”, o que praticamente corresponde a roupas para todo o primeiro semestre de vida do bebê. Se na vez do Ben eu quase não comprei nada, dessa vez vou comprar menos ainda! E não me sinto nem um pouco culpada, pelo contrário!

Um tempo atrás, minha mãe falou “Tu tens que fazer uma lista do que já tem, para vermos o que podemos te ajudar a comprar”.

No que eu respondi: “Hummm, deixa eu ver… peito, check. É, já tenho tudo o que o bebê precisa!”

Afinal de contas, tendo peito, colo e uns panos, o bebê não precisa de mais nada, não é mesmo?

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