Ano 2 Ben

Sem limite na zueira

#Cena 1

Ben estava jantando, agora ele fica com dois talheres, um em cada mão, e come sozinho, num misto de colher com garfo com mão mesmo. Era macarrão com carne moída e abobrinha. Ele adora macarrão, se esbalda! A carne, quando ele pegava com o garfo, jogava fora do prato. E a abobrinha foi solenemente ignorada.

Depois de um tempo, pediu água.

De repente, começou a colocar, colherada a colherada, a comida dele dentro do copo d’água. Não contente, enfiou as mãozinhas dentro do copo, catou a comida ali dentro E comeu! Inclusive a abobrinha até então ignorada.

Mas aparentemente ele gostou da brincadeira, pegou o pratinho inteiro e virou dentro do copo. E começou a comer toda a comida E beber a água!

Eca!

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#Cena 2

Estávamos nos preparando para ir viajar, naquela função de arrumar a casa, preparar malas. Ben enlouquecido mexendo em tudo como sempre. Saiu pela porta da cozinha e no caminho encontrou um pano de prato.

Achou uma poça d’água da chuva e achou que ali seria um bom lugar para lavar o pano de prato.

Fim.

#Cena 3

Ainda durante os preparativos para viajar, eu estava penteando meus cabelos e ele olhou pra escova e começou a pedir: ” Té té té téééé”. Ofereci a escova pra ele, ele abaixou a cabeça esperando que eu penteasse ele também. Fofo! Fui guardar a escova no banheiro, ele seguiu, cada vez mais alto: ” Té té téééé”. Entreguei a escova pra ele.

Já faz 6 dias, e ainda não sei onde está minha escova de cabelo.

#Cena 4

Estava rolando Maratona Cultural na cidade, e o plano era ir para o Centro caminhar por lá e conferir os eventos. Na mesma tarde teríamos uma festinha de aniversário, então o cronograma estava meio apertado. Nos arrumamos incrivelmente cedo (#win!) e conseguimos ficar prontos duas horas antes do horário da festinha. Colocamos o Ben na cadeirinha do carro e… cadê a chave?

Começamos a procurar pelo óbvio, cachepô na entrada de casa, bolsas na sala, sapatos na sala, brinquedos do Ben. Nada, nada, nada. Gavetas do quarto do Ben, gavetas do nosso quarto, barraca do Ben, baixo do sofá, baixo de todos os móveis. Nada, nada, nada. Geladeira, micro-ondas, pote de ração dos bichos, dentro armário de panelas, lugares altos. Nada, nada, nada. Tudo isso de novo, duas vezes. nada, nada, nada Partimos para o quintal: cerca de 800 metros quadrados de mato crescido. Fizemos uma pausa para refrescar a cabeça: Diego tomou uma taça de vinho (#umlorde) e eu postei um pedido desesperado no Facebook. Passados alguns minutos, ouço o queridíssimo chamando lá fora. Ele só apontou com os olhos: as chaves do carro no meio de uma moita, no meio do quintal-com-mato-crescido. #Sorte!

Podia estar em qualquer lugar desse mundão!!

Resultado, fomos pro Centro, ficamos só 15 minutos assistindo à Orquestra de Baterias, e partimos, levemente atrasados, para o aniversário.

Fim!

ps. Já fui lá na moitinha, mas não achei minha escova de cabelo…

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