9º mês Ben Reflexões

Vamos falar sobre cocô?

Esses dias o Ben fez um cocô meio-roxo: a metade esquerda era verde-tom-normal-de-cocô, e a metade da direita era roxa.

Eu contei tantas vezes essa história na última semana que me senti na obrigação de compartilhar por aqui também. É que foi a semana da beterraba aqui em casa! O primeiro cocô dessa semana foi assim: meio-roxo!

Está comprovado e contra fatos não há argumentos: cocô de bebê é o assunto predileto de 14 a cada 10 mães.

Mas por quê raios essa fixação sobre o bolo fecal dos pequenos? Eu sempre achei que fosse intriga da oposição essa história de que mães adoram falar de cocô, até me pegar contando inúmeras vezes as mesmas histórias sobre cocô.

Ou mostrando imagens de cocô. Como essa:

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A verdade é que a nossa relação com o cocô, depois que viramos mães, fica mais séria do que a nossa relação com o cabelo na era pré-mãezistica. Dele depende se nosso dia vai ser bom ou ruim, se os planos vão ou não dar certo, se vamos ou não ficar tranquilas.

Quer ver uma mãe feliz, é só dizer que a fralda de seu bebê está suja. Rola até uma comemoraçãozinha!

Quando são recém-nascidos, por exemplo, a falta de cocô por um ou dois dias já é motivo para uma ligação de emergência para o pediatra. Quando na verdade nada mais é do que a natureza sendo perfeita e o bebê absorvendo todo o leite materno. (Nessa fase é normal ficarem até 10 dias sem cocô!)

A ausência do cocô remete às temidas cólicas, o que tira qualquer mãe e pai do sério! Felizmente não tivemos esse problema por aqui.

À medida que seu intestino vai ficando maduro, a frequência dos cocôs vai diminuindo. Aqui tomamos um susto quando, do nada, o Ben passou a fazer só um cocô por dia (lá pelos 3 meses e meio).

E então chega a introdução alimentar, e a nossa relação com o cocô muda completamente. Primeiro que só aí nos damos conta de como era cheiroso o cocô de leite materno! Hummmm… O cheiro adocicado do cocô de LM! (Então eu lembro que nem me despedi do ultimo cocô de leite materno do Ben…)

Mas aí eles começam a nos presentear com cocôs durinhos e consistentes. Daqueles que dá pra jogar inteiros na privada. E quase não sujam a fralda nem o bumbum. Dá até pra voltar a cogitar o uso das fraldas de pano, tamanha é a facilidade de lidar com esses lindos cocôs!

Aliás, é incrível a capacidade que o cocô tem de nos colocar caraminhola na cabeça. Se fazem ou não fazem cocô, se sai duro, mole ou com pedaços, precisamos saber se é normal, ou se fizemos alguma coisa errada.

Um cocô pode denunciar, inclusive, se a família consegui ou não segui a rotina certinho:

  • Cocô durinho, com formato de cocô e cores diversas: família seguiu a rotina.
  • Cocô pastoso, verde, e ultra fedido: o dia dessa família foi uma bagunça e o bebê pulou as refeições e passou o dia a base de leite materno.

Enquanto eu comecei a escrever esse post, o Ben estava havia dois dias sem nos presentear com seus cocôs diários. Eu já estava ficando ansiosa, a cada troca de fralda eu esperava um cocô, ou perguntava pro papai ou pra vovó se tinha cocô. Já estáva até me perguntando oq ue foi que fiz pra merecer isso. E quando terminei o post, pimba! Tinha uma fralda recheada para trocar!

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Comentários

5 thoughts on “Vamos falar sobre cocô?”

  1. kkkk perfeito esse post! Eu sou quase uma especialista em investigar o coco da minha filha, as pessoas acham nojento, mas é necessário!
    E eu tenho tido uma experiência diferente com ele (o cocô!rs), como aqui em casa praticamos o BLW (ela se alimenta sozinha, sem pressão e tal), a impressão que tenho é que ela só come o arroz, aí vira e mexe eu vejo lá uma couvezinha, um milhozinho… kkk fico mais tranquila que ela come mais coisas além do arroz! kkkkk

  2. Muito bom! Começamos IA aqui e estamos nessa adaptação de cores, texturas e cheiros. É um assunto realmente fantástico hahaha! Sim, fica bem mais fácil lidar com as fraldas de pano… Devolvo as suas, se você quiser 🙂

  3. Olá…

    Esse é realmente um assunto abrangente…
    Em casa nunca tivemos problemas com o Arthur sobre isso. Sempre fez bastante por sinal.
    Pensei que na transição do leite materno para os alimentos sólidos talvez houvesse alguns.
    Mas ele é super reguladinho, e faz nos mesmos horarios.
    Procuro manter com ele uma rotina nos horarios da alimentação, acho que isso está ajudando…
    A cena da foto já aconteceu comigo muitas vezes, e vai fazer oque se não rir…

  4. Rá.. que de mais.. aqui tbm sempre se fala de cocô.. mas quando vão crescendo diminuímos um pouco a fixação por isso.. Diminuir, veja bem, acabar ainda não!!! rsrsrs
    Meu marido até hoje conta a historia do cocô voador.. e eu sempre repito que o coco piora em dose homeopáticas, para que nós, mães de primeira viagens, não tenhamos um susto muito grande logo no inicio.. afinal.. que grande “molezinha” é lidar com cocô de de LM… rsrsr depois é que o bicho começa a pegar!!! huahuah
    Cocô dá papo para muito post!!! rsrsrs
    Bj grande em vcs!!!!

  5. Virge, cocô é um dos assuntos mais discutidos aqui em casa. Mateus nunca ficou um diazinho sem fazer. Antes de iniciarmos a alimentação (que foi qdo completou os 6 meses), ele fazia bastante, cheguei a questionar a pediatra se era normal e ela disse que sim. Quando começamos com as frutinhas, começou a diminuir (meu bolso agradeceu muito, afinal, haja fralda, né?!) e sempre que come maçã por mais de 2 dias seguidos, ele fica meio ressecadinho, mas nada que um mamão não dê jeito (a propósito, ô cocô fedido quando ele come mamão). Cocô dá papo para muito post!!! rsrsrs [2]
    Abraço e um cafuné no Ben (pelas fotos, ele parece ser tão cheirosinho… até com esse PT que ele deu, rsrs).

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