8º mês Ano 1 Ben

O curioso caso do menino que encolheu e outras aventuras

#1 O curioso caso do menino que encolheu

Mudamos de pediatra na consulta de 8 meses, por conta da minha saída do trabalho. Pois bem, isso merece um post a parte, mas vamos ao que interessa: o curioso caso do menino que encolheu.

O Ben é um bebezão que já veste GG desde os 7 meses, mas desde os 5 deu uma estagnada no crescimento. Até aí tudo bem, se ele continuasse crescendo 3, 4 centímetros a cada consulta, chegaria a 1 ano com o tamanho da mãe.

Mas eis que na consulta de 8 meses, na pediatra nova, ela mediu: 72,5 centímetros.

Quando foi anotar na caderneta dele, tomou um susto. Aos 7 meses estava lá anotado: 74 centímetros!

Pegou a régua novamente e voltou a medir o Ben. “É isso mesmo, 72,5 centímetros.”

E anotou na caderneta os tais 72,5 centímetros.

Assim, a tabela de acompanhamento está assim:

16/05 – 4m29d – 72 cm
14/06 – 5m29d – 73 cm
18/07 – 7m1d – 74 cm
08/08 – 7m21d – 72,5 cm

Curioso, não? Eu já tinha ouvido muitas vezes falar que a balança varia de um consultório pra outro. Mas variar o tamanho do centímetro é a primeira vez!

#2 O quase engatinhador

É muito engraçada essa fase em que o Ben se encontra. Ele ainda não engatinha, mas vai de um lado pra outro com uma desenvoltura que não dá pra acreditar. As artimanhas são muitas: sentado pra frente, sentado de ré, rastejando pra frente, rastejando ou engatinhando de ré (especialidade da casa), rolando, caindo… E assim, volta e meia eu vou ver e ele está nos locais mais surpreendentes:
– de barriga no chão lambendo a rodinha do carrinho
– sentado no vão da porta, com uma perna na cozinha e a outra na sala, lambendo o batente
– com a bunda enganchada num brinquedão, andando de ré e empurrando o brinquedo
– com as duas portas do rack abertas
– no chão, como nessas duas cenas em que o coloquei no meio do colchão e ele foi parar sabe-se-lá-como no chão:

 

#3 O bebê suicida e o instinto de mãe (essa já contei no Facebook)

O dia em que percebi que o Ben não é mais um bebezinho-zinho. Troquei sua fralda e fui ao banheiro jogar a fralda fora (e o cocô no vaso). Tinha deixado ele deitado na cama, com os pés a uns 20 cm da beirada. Enquanto estava no banheiro, imaginei que estava dando chance para o azar, pois agora ele já rola com muita facilidade e está começando a rastejar para trás.

Na minha cabeça, imaginei ele rolando, rastejando pra trás e caindo no chão estilo a saída da Lily  do blog Nicolilando Por aí (que eu adoro e não me canso de ver e rir), só que com menos destreza, ele cairia de bunda e de cabeça no chão. Ui! Tudo isso passou pela minha cabeça num microgésimo de segundo, então achei melhor voltar rápido pro quarto.

Dito e feito/pensado e feito: ele estava a meio caminho de cair no chão, com as perninhas penduradas e a barriga escorregando da beirada da cama. Salvo pela mamãe-gongo!

# O bebê quase-queimado

Nunca tinha usado a mangueirinha do chuveiro nos banhos do Ben, muito menos nesse chuveiro novo e mais potente que acabamos de instalar. (Na verdade, o chuveiro novo faz uns meses, mas ele queimou, estávamos usando errado, e aí troquei na assistência técnica e… enfim, não vem ao caso). Mas achei que seria uma brincadeira legal para relaxar o pequeno na nossa nova rotina de sonecas vespertinas.

Ele estava todo pimpão na banheira, brincando. Liguei a mangueirinha e virei pra ele. Em vez de felicidade, a cara dele foi de pavor. E um grito estridente e alto que eu nunca tinha ouvido na vida. Fui experimentar a água, e estava pelando! Gente, que dó do meu pequeno! Tá certo que tudo durou um microgésimo de segundo, mas fiquei me sentindo a pior das criaturas! Por sorte, ele esqueceu rapidinho do ocorrido. Eu não, agora não esqueço de experimentar a água toda vez antes de colocar nele!

# O chuveiro estourado (essa também já pintou lá no Facebook)

Estava sozinha em casa com o Ben e era hora do banho-peito-cama (preparação para dormir). Liguei o chuveiro e deixei a banheira enchendo enquanto ia tirando a roupa dele. Quando ele já estava pelado, achei melhor colocar um pouquinho de soro fisiológico morninho pra liberar o nariz trancado (aproveitando também o vapor do banho). Feito isso, voltamos para o banheiro para começar o banho.

Com o Ben no colo, fechei o chuveiro. Fui me abaixar pra colocá-lo na banheira e antes que seus pezinhos encostassem na água: um estouro! Imediatamente a casa inteira ficou um breu. Sem conseguir enxergar muito. abracei o pequeno e saí atrás do meu celular, na esperança de que iluminasse um pouco o quarto. Foi o suficiente pra colocar a fralda e o pijama no Ben (que se livrou do banho, espertinho!). Ele nem percebeu que a mamãe aqui estava se cagando de medo! Sentei na poltrona de amamentação com ele, dei o peito e só então liguei para o Queridíssimo.

– Deve ter caído o disjuntor, disse ele.

– Eu vou ficar aqui sentadinha te esperando, não vou mexer em nada!

Ele voltou pra casa correndo, e aqui estávamos na poltrona quietinhos. Pulou o muro pra entrar em casa (por causa do portão eletrônico) e religou a chave geral que tinha caído. Ufa!

Agora nosso todo-poderoso-chuveiro ainda funciona, mas tem que se limitar às funções básicas se não a energia da casa não aguenta! Pode?

 

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Comentários

11 thoughts on “O curioso caso do menino que encolheu e outras aventuras”

  1. Isso de encolher aconteceu com o André também! Ele nasceu com 52cm e com seis dias estava com 50cm! Na real, é que cada pessoa mede de um jeito, estica mais ou menos a perna, e até se o bebê tá de fralda ou não influencia o resultado. Ou isso, ou nossos bebês encolhem mesmo 🙂

  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Muitas historias desse pequeno Ben… e se parar para pensar, vai ter historia todo dia!!! rsrsrs
    Sabe que Laís tbm “encolheu” quando mudamos de pediatra… acho que te a ver com a forma, o cuidado.. sei lá… mas acho que esse encolher é só na planilha.. pq eles crescem a olhos vistos!!! rsrsrs

    Sabe que até hoje eu testo a temperatura do chuveirinho antes de dar para Laís.. Ela só gosta do banho quebrado.. nunca quente.. e eu gosto pelando.. já viu que não combina, né?!

    Ben tá lindão… ENORME toda vida!!! rsrsrs

    Bj grande em vcs!!!

  3. hahahaah difícil de comentar esse post! muitos comentários ao mesmo tempo!
    1.= Por isso que eu não confio em médico. Cada uma, né?
    2.=Fiquei meio emocionadinha com a história do breu <3 fiquei imaginando a mãe e o filhote agarradinhos no escuro sentadinhos na cadeira. Um protegendo o outro. Coisa mais linda, né?
    Acho que as outras aventuras eu comentei no FB 🙂
    espero que as sonecas diurnas estejam melhores por aí.
    um beijo!

    1. Ai, a história do breu, to traumatizada até agora. E o medo a cada vez que vamos tomar banho?
      As sonecas diurnas estão asi asi, cada dia uma coisa diferente. Hoje dormimos juntos, foi ótimo! Ahahah
      Beijos

  4. Meu filho nasceu com 49cm, na primeira consulta a enfermeira mediu 48cm, eu disse: minha filha, ele nasceu com 49, mede isso direito aí!! rsrsrs, ela mediu de novo e ele tava com 52cm, é que as vezes eles ficam meio encolhidinhos, não esticam direito a perna e nem todo mundo tem paciencia pra medir direitinho neh? Be ta muito lindo, sempre leio seu blog mas nunca comento! bjuss

  5. Ah… as peripécias do Ben! Kkkk…
    Aqui tb tivemos um caso de “encolhimento” antes dos 6 meses, porém eu acho que verificaram errado mesmo, não lembro os nº mas foi uma coisa bem absurda!!!
    As artes do mês aqui incluem besourinho no final da comida, voando tudo pra todo lado; uma graça tb é quando a gente tosse, ele acha graça e começa a imitar, aí eu faço várias tosses engraçadas só pra me divertir com ele; não pode ver uma cadeira, que levanta e se apoia empurrando-a, fazendo de andador. Falta pouco pra andar, mas dentes que é bom… ainda nada!!!
    Bjos pra vcs!!!

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