1 a 12 semanas 13 a 27 semanas Reflexões

Nem tudo são flores…

Preciso dizer que não curti o primeiro trimestre da gravidez.

Não, calma, espera. Eu AMO estar grávida. Todos os dias quando me olho no espelho eu sorrio pra mim mesma de tanta felicidade de pensar que estou gerando uma pessoinha dentro de mim. É um sonho!

Mas eu não curti as 12 primeiras semanas, não. Meu corpo é muito previsível, eu sou muito certinha, e achei muito ruim perder o controle sobre tudo. Fora aqueles sintomas que eu não esperava, a cada semana, era uma surpresa!

O pior de tudo foi o sono. A total falta de disposição para qualquer coisa que não fosse dormir. Hoje eu olho pra trás e parece que todo o resto ficou em standby nesse período. Qualquer atividade fora do horário comercial estava fora de cogitação, a programação dos finais de semana tinha que pegar leve, com possibilidade de cair no sono a qualquer momento. Dormi no meio de um churrasco, dormi na sala com visitas, dormi no meio da festa junina, não saí do sofá durante o aniversário do meu sobrinho. Dormi, dormi, dormi.

No fim de semana imediatamente depois que completamos 12 semanas, tudo isso passou. E eu finalmente consegui ir a uma reunião de um evento que ajudo a organizar; consegui ir visitar o filho de uma grande amiga antes que ele completasse 1 mês; voltei a ir à loja do Queridíssimo no sábado, depois de mais de mês; hoje vou a uma sessão da Mostra de Cinema Infantil. Ufa!

E tem também outras coisinhas chatas, como não conseguir comer carne (e ir a um casamento e só comer legumes!), a escassez de roupas logo no início do inverno (nem me adaptei ao clima tenho também que me adaptar ao que ainda cabe – são três a quatro tentativas todas as manhãs!), as camisas que deixaram de fechar na altura do peito (no último evento que apresentei, colei a fresta no meio dos peitos com uma fita dupla face!)  e também as espinhas adolescenticas incontroláveis que não se rendem a nenhum dos meus métodos infalíveis. Tá fácio não. Mas ninguém disse que seria, não é?

E aposto que vou esquecer disso tudo e só vou lembrar quando começar tudo de novo e eu vou pensar “putis, por que me meti nessa de novo??”

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Comentários

0 thoughts on “Nem tudo são flores…”

  1. De. Olha que engraçado… e não lembro da fase ruim da minha gravidez… na verdade eu não lembro nem se teve uma fase ruim!!! Sabe o que é isso.. memória seletiva! huahuaha
    Isso nos faz querer de novo!!!

    Pelo menos o 2º trimestre é (consenso geral) o melhor!!! Sorte aí!

    Bj grande

    1. O primeiro semestre é o mais chatinho mesmo. Sono absurdo, enjoo, azia… Tive todos esses sintomas também. O segundo semestre é só alegria, já vi muitas mães falando isso e eu concordei. Esses sintomas chatões passam, a barriguinha começa a despontar, mas sem pesar. Agora, o terceiro, minha amiga… Sorte que seu bebê vai nascer no começo do verão, porque a barriga PESA. O meu nasceu em março em meio a um verão muito intenso na minha cidade. Na reta final da minha gravidez, estava fazendo uma média de 40 graus por dia. Não foi fácil rs

      Beijo!

  2. Sabe, eu também não gostei do primeiro trimestre não, mas é porque eu vivia com medo .Acho que hoje, no segundo filho, eu curtiria mais.
    Mas assim, pra mim o que pegou mesmo foi o terceiro trimestre. Me pegou completamente despreparada: fiquei muito muito ansiosa, sem apoio, muito inchada, pesada, com muita asia. Eram estrias, dores, incômodos.
    Acho que isso ajudou muito a acabar na faca. Se eu tivesse mais apoio, acho que teria passado por isso tudo numa boa.

    Mas, a gente esquece, esquece mesmo. E também não podemos esquecer que cada gravidez é diferente.

    Beijo

  3. Pra mim, na primeira gravidez, o 1º trimestre foi de muito sono tb. O 2º tranquilo. Já o 3º de muita ansiedade.
    Nesta gravidez eu tenho me sentido bem durante todo o tempo, de modo geral. Mas agora, no 3º de novo, começo a sentir o peso da barriga, muita dor nas costas, essas chatices.
    O lado bom é que o desconforto dá uma sensação gostosa de “tá chegando a hora”.
    Beijos!

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