Palavrinhas erradas que não queremos corrigir #aos23meses

  • “Tigãnus!” ou “Tinãgus!” (Chegamos!)
  • “Tili” (Tigre)
  • “Memelho” (Vermelho)
  • “Quinguim” (Pinguim)
  • “Péu” (Capacete)
  • “meselho” (Travesseiro)
  • “tála” (Toalha)
  • “Quêj Pão” (Pão de queijo)
  • “Guti” (Iogurte)
  • “Calé” (Colher)
  • “Não cabe” (qualquer coisa que ele não consegue fazer)
  • “Fecha” (Abre)
  • “Abiu?” (Fechou?)
  • “Pimpa” (Limpa – como em “Pimpa o chão mamãe”)
  • “Tila” (Mochila/bolsa)
  • “Vam á?” (Vamos lá?)
  • “Mimi” (dormir)
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Que escola nós queremos para nossos filhos?

Ilustração: Caio Cardoso

Ilustração: Caio Cardoso

Que tipo de espaço nós buscamos quando pesquisamos escola para nossos filhos? Quais nossos objetivos ao matricular o bebê ou a criança em uma instituição de cuidado/ensino? O que esperamos que ela realize enquanto nossos filhos estão sob seu cuidado?

Acho que as respostas a estas questões podem nos ajudar a escolher a melhor escola para nossos filhos. Pelo menos são as respostas que busquei ao escolher as escolas onde matriculamos o Ben.

Desde quando o Ben entrou no mundo escolar (aos 6 meses de idade) até hoje, eu estou sempre me questionando qual o papel da escola em nossas vidas e em qual proposta nós melhor nos adaptamos. Mais precisamente nos últimos dois meses, essa reflexão tem sido ainda mais presente na minha vida, por uma série de fatores que têm acontecido.

Uma coisa que eu sempre tive em mente (desde que o Ben nasceu, porque antes eu pensava diferente), é que a criança tem um único e exclusivo compromisso até os 6 anos de vida: brincar.

Brincando a criança aprende a se relacionar com o mundo ao redor, adquire conhecimentos sobre linguagem, formas, tamanhos, cores, letras números, desenvolve suas próprias teorias de física, química, matemática, aprende a se relacionar com outras pessoas. Tudo isso acontece naturalmente, como consequencia da brincadeira e de sua observação sobre o mundo.

Dessa forma, sempre considerei que a escola ideal é aquela que permite o livre-brincar. Onde a brincadeira é a base do currículo, e o restante é apresentado naturalmente, entre uma brincadeira e outra. Minha maior preocupação em relação à escola, era que fosse um local amigável, que proporcionasse o cuidado e o carinho que o Ben precisava naquele momento de nossas vidas. Eu contei um pouco sobre isso aqui.

Eu conheço algumas experiências com a pedagogia Waldorf, concordo e admiro. Pelo menos na escola que conheço, as professoras realizam trabalhos manuais enquanto as crianças brincam livremente em um ambiente preparado para elas. O trabalho dos adultos é somente evitar acidentes e eventualmente mediar algum conflito. Além, é claro, do cuidado básico (troca de fralda, higiene, alimentação). A pedagogia Waldorf é provavelmente a que mais se encaixa na minha visão de escola ideal.

Bom, nesse mês de outubro, muitas coisas mudaram em nossa vida, e acabamos optando por mudar o Ben de escola. Tirando aquele episódio dos palhaços que visitaram a escola (que eu contei no Facebook, e o Ben não foi à aula esse dia), aquela foi a escola que mais se encaixou no meu ideal, e, claro a mais próxima da nossa realidade. Toda sexta-feira as crianças têm aula de horta, com um professor que realiza a compostagem de todos os resíduos orgânicos produzidos pela escola. É um momento maravilhoso de contato deles com a natureza, de livre brincadeira e exploração do espaço. Mas por outro lado, eu não sabia direito o que acontecia nos outros dias da semana, pois a norma era entregar e buscar a criança na recepção, não podíamos entrar. Isso sempre me incomodou, pois gostaria de conhecer melhor o espaço onde o Ben passava 8 horas todos os dias, ter um contato direto com a sua professora, enfim, vivenciar um pouco da escola já que meu filho passava tantas horas por dia lá.

Então, optamos por matricular o Ben numa escola mais próxima, de forma que fosse possível levá-lo de bicicleta, ou até a pé, se esse fosse o caso. E assim fizemos. Mudamos ele (eu com o coração apertado) para uma escola com um parque lindo, muito mais estruturada que a antiga (que por ser recente, ainda estava melhorando sua estrutura), e com uma proposta pedagógica um pouco mais clara. Nessa nova escola, a adaptação é feita com a presença dos pais em sala, e dependendo do horário, podemos entrar até a porta da sala para buscar a criança. Nossa vida mudou muito desde que levá-lo e buscá-lo de bike se tornou uma possibilidade – nem preciso dizer que ele ama, né? Porém, tive um choque de realidade quando passei a buscá-lo na porta da sala de aula, e me deparei com diversas crianças (o Ben inclusive) hipnotizadas em frente à televisão assistindo àqueles produtos audiovisuais de gosto duvidoso direcionados a manter crianças quietinhas. Isso me corta o coração, cada dia um pouco. Em outros dias eu chego e ele está se esbaldando no parquinho, que é da altura dele, e é uma delícia! Aí eu lembro os motivos que nos fizeram matriculá-lo ali, e o coração se acalma. Preciso ressaltar que essa escola trabalha bastante o “Boi de Mamão”, um personagem do nosso folclore que o Ben ama. E é muito legal ver que eles valorizam nossa cultura – só que os personagens do Boi se misturam àqueles outros personagens famosos com qualidade cultural duvidosa e alto apelo comercial.

A televisão nessa escola, e ao que me parece na maioria das escolas com esse perfil, tem um papel quase de protagonista. Ela fica LIGADA o dia inteiro, como plano de fundo de todas as atividades ali realizadas. Me preocupa muito essa banalização do papel da televisão no ambiente escolar. Algumas pessoas podem achar que é pré-requisito, como se a presença da televisão fosse um atestado de que a escola está bem equipada para receber crianças. Conversando com outras mães sobre o assunto, percebi que a maioria considera ótimo o conteúdo desses audiovisuais, possui vários dvds em casa, e canta e dança com a criançada. Não é o nosso caso. Aqui em casa, assistimos televisão muito raramente, não temos tv a cabo e nem sentimos falta dela. Porque consideramos o tempo que temos em família (que é super escasso) muito precioso para ser gasto em frente à telona. Consideramos a interação interpessoal pura e simples muito mais interessante do que se fosse mediada por um aparato tecnológico. E, principalmente, adoramos criar, inventar, sujar, bagunçar, e por que não dançar nossas próprias músicas, juntos. Não precisamos de nenhuma musiquinha que ensine letras e números e cores – até porque essa não é nossa prioridade no momento.

Outra coisa que tem me incomodado na escola, e que também é mais do que comum nas escolas com o mesmo perfil, é a falta de comprometimento com a alimentação das crianças. A impressão que eu fico é de que estão mais preocupadas em preencher no formulário da agenda se a criança comeu, sim ou não, muito ou pouco. Não importando que tipo de comida ela comeu. Poxa, os pequenos passam tantas horas por dia nesses locais, é lá que fazem as principais refeições do dia. Elas precisam ser alimentadas com qualidade, já que a alimentação na primeira infância é a base para uma vida/alimentação saudável. Educação alimentar deve fazer parte do currículo de qualquer escola. Mas o que vemos são cardápios com biscoito, bolo, sucrilhos, industrializados e sucos com muito açucar. O almoço se salva um pouco, mas a salada crua normalmente é ignorada pelas crianças sem maiores preocupações por parte dos adultos.

A escola em que o Ben estava antes (a da horta) tinha um comprometimento um pouco maior nesse tema. O açúcar era proibido, e percebia-se uma real intenção da equipe de incentivar a criança a comer saudável. Mas nessa escola atual não tem isso. Tem criança que não come fruta, e a mãe manda um iogurte “de morango” na mochila, e tudo bem. Eu não concordo com isso. Acho que uma escola realmente comprometida com a infância faria um esforço junto à família para mudar os hábitos alimentares daquela criança. Afinal, ela é uma criança, e não existe essa de ” ela não come fruta”. Ninguém com 2 anos de idade simplesmente “não come fruta”. Se não come algumas frutas especificamente, então a escola deveria fazer um acordo com a mãe e oferecer naqueles dias uma fruta que a criança aceitasse. Não parece tão complicado assim.

Duas semanas depois de começarmos a frequentar esta escola, houve uma reunião para falar sobre rematrícula e valores para 2015. Saímos de lá com um envelope em nome do Ben com os valores para o próximo ano devidamente anotados, e uma semana para dar uma resposta. A princípio eu já estava dando como certa a rematrícula. Mas, como eu falei que muitas coisas mudaram na nossa vida, uma delas é que a partir desse mês volto a trabalhar só meio período (todas comemora! \o/). Tendo isso em mente, comecei a me questionar se precisava matriculá-lo na mesma escola, já que essa questão da televisão realmente estava me incomodando. Assim, comecei a procurar as outras opções do bairro.

(Abro parêntese para destacar que nosso foco era encontrar escolas dentro do nosso bairro, para evitar o máximo a necessidade de grandes deslocamentos, trânsito e demais inconvenientes)

Nosso bairro é bem servido de escolas infantis, e tem para todos os gostos:

3 escolas do Infantil ao 9º ano (2 delas com propostas alternativas)
5 escolas infantis (1 alternativa, 3 padrão, 1 alto-padrão-estilo-grama-sintética)
3 escolas públicas
2 escolas waldorf

Entre tantas opções, nosso critério de seleção foi:
1° distância de casa
2° real comprometimento com a infância
3º valor da mensalidade/possibilidade de matrícula

No quesito distância de casa, as 2 escolas waldorf e 1 infantil alternativa (a antiga do Ben) foram descartadas, pois teríamos necessariamente que ir e vir de carro. No quesito real comprometimento com a infância, foram descartadas todas que tinham personagens de gosto-duvidoso-alto-apelo-comercial na decoração do ambiente (desculpem o preconceito mas pra mim isso diz muito sobre o senso crítico de uma escola). No quesito possibilidade de matrícula, foram semi-descartadas as públicas, pois o critério deles de seleção é a renda, e na última tentativa o Ben ficou em 33º na lista de espera (sendo que as turmas comportam 15 alunos).

Com a mudança para meio período, uma nova escola passou a ser uma opção, pois havia descartado por não oferecer turno integral – uma das escolas alternativas que vão do Infantil ao 9º ano. Então resolvi ir lá conhecer. E bastou somente uma visita para que eu me apaixonasse.

Para começar, a primeira coisa que ouvi quando entrei lá foi: qual o seu nome? Sim, incrivelmente ela perguntou o meu nome, e em momento algum me chamou de mãe (teve um momento em que uma das pessoas me chamou de Renata, e depois se desculpou. Eu respondi: só de não me chamar de mãe já tá valendo. Me chama de Renata, Maria, Ana, mas não me chama de mãe plmdds). Depois, por ser uma escola que vai até o 9º ano, achei a postura em geral muito mais madura e profissional. Na parte pedagógica, a escola trabalha com projetos, e oferece aulas de musicalização, inglês, educação física e artes dentro do currículo. Infelizmente tem televisão na sala, mas seu uso é restrito para fins pedagógicos, ou momentos recreativos específicos. A escola possui cantina natural/integral, e coloca frutas e suco natural à disposição dos alunos do infantil ao 9º ano durante o lanche (devemos levar lanche individual, mas as frutas sempre estarão lá). E o melhor: fica praticamente na esquina da nossa casa, dá pra ir a pé. Decidimos então matriculá-lo ali para o ano letivo de 2015.

Tu deves estar pensando: mas e toda aquela teoria linda sobre o livre brincar, onde foi parar?

Calma, ainda está aqui. Sempre estará.

Eu continuo achando que o livre brincar é a melhor forma de as crianças desenvolverem seu potencial durante a primeira infância. Mas por outro lado, acredito que tem que ser um livre-brincar com algum embasamento teórico, não apenas um livre brincar que subestima a capacidade das crianças e usa a televisão como muleta.

Nesse segundo ano de vida, o Ben demonstrou uma capacidade incrível de absorção de informações (como qualquer outra criança saudável da idade dele). E essa capacidade incrível pode ir tanto para informações positivas, quanto negativas. Por isso, acho que a melhor forma de garantir que ele absorva boas informações, é cercá-lo de boas referências, em um ambiente que seja similar ao que acreditamos em casa.

Outro ponto a levar em consideração é que agora estaremos meio período do dia juntos. E esses momentos serão repletos de livre brincar, de exploração, de brincar junto, sozinho, passeios, enfim. Vou conseguir praticar com ele todas as manhãs o tipo de educação que acredito.

Uma outra questão que pesou bastante foi a financeira. A partir do momento que a escola que tem televisão ligada o dia inteiro custa o mesmo valor que uma escola que tem diversas atividades no currículo, acho que a primeira está muito mais cara que a segunda. Quer dizer, valorizo demais meu rico dinheirinho para que o Ben veja TV o dia inteiro e se alimente mal.

Concluo toda essa reflexão elencando alguns pontos:

1. cada família escolhe a escola que melhor se encaixa dentro do seu contexto. Longe de mim julgar a decisão de cada um. Tudo o que escrevi aqui diz respeito a minhas crenças.

2. Trabalhar em meio período me permitiu fazer toda essa reflexão e tomar essa decisão. Se continuasse em período integral, provavelmente eu não teria muita opção e ele ficaria na mesma escola, mesmo com todos os problemas.

3. O objetivo desse texto não é falar mal de quem curte os dvds audiovisuais para crianças. Eu não gosto, e isso é muito importante pra mim. Se a escola do teu filho tem, e vocês costumam assistir em casa, ótimo, estão todos felizes.

4. Quem leu até aqui (ufa!) e quer ler um pouco mais sobre o assunto, recomendo estes textos/vídeos:

1, 2, 3 Saco de Farinha: Einstein não fazia prova no sábado

Mil Dicas de Mãe: Que tipo de escola queremos para nossos filhos?

Pesquisa: Alimentação Infantil e Resultados a longo prazo (em inglês)

Pesquisa: Televisão e o desenvolvimento das crianças até 2 anos

Artigo: Brincar é o trabalho da infância

Documentário: Quando sinto que já sei

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Pequenas doses de fofura cotidiana #Aos22meses

- Qué mamá, qué mamá, qué mamá.
– Não, Ben, vamos tomar café da manhã? A mamãe vai fazer panquecas.
– Não quelo canqueca, buáááááá
Olho as horas, são ainda 6h20, decido dar de mamar. Mama os dois peitos, termina e:
– Deu. Vem, mamãe, canqueca!

***

Depois de um longo e – não tão – tenebroso inverno, o menino finalmente veste uma bermuda pela primeira vez na vida de pessoa falante. Ao notar que a vestimenta não cobre toda a perna, exclama:

– Caiu a péna! Caiu a péna!

***

Num dia de preguiça extrema, o menino acordou antes das 7h e mãe e pai seguiram “dormindo”, esperando para ver quem iria tomar a iniciativa de acordar para acompanhar a cria. Depois de algumas tentativas frustradas de tirar os pais da cama, “ouve-se” o silêncio. Impressionante como o silêncio de uma criança tem mais poder de acordar os pais do que o barulho, não acham? Fui até a sala para conferir, o possível estrago e:

O menino estava sentado à mesa, no seu lugar (cadeira com assento extra), tranquilamente comendo umas uvas que o pai tinha esquecido fora da geladeira na noite anterior.

Já posso ensinar a passar o café?

***

10629785_811907578853936_7300281472261504171_nDescobriu que o armário da cozinha também funciona como um esconderijo. Para ajudá-lo a se esconder melhor, a vovó retirou as panelas e colocou sobre a cama dele no quarto. Agora, toda vez que ele quer brincar de esconde-esconde, primeiro leva todas as panelas, uma por uma, para em cima da cama!

Falta aprender a devolver as panelas pro armário quando termina a brincadeira.

***

Tia Ana deu uma joelhada na cama do Ben. Ele ultimamente anda bem compadecido com o dodói alheio. Na hora que ela bateu e fez barulho e “Ai!”, ele logo sentenciou:

– Bateu, cama?
– Bati Ben – respondeu a tia.

Bastou para que o incidente fosse o assunto da noite. Nos próximos 30 minutos, no trajeto entre a nossa casa e a da Tia Ana, ele repetiu incansavelmente:

– Bateu, Tia Ana, Dodói? Bateu Cama Doói? Tia Ana? Bateu? Dodói? Dodói cama? Bateu? – ad infinitum.

***

A nova agora é mamar um peito, terminar e dizer, com um sotaque bem manezinho (florianopolitano):
– Qué mash!

Mamar o segundo e por fim dizer:
– Deu! (com um sorriso na cara)

***

Fala agora frases completas e super complexas:

– Ben, o que tu fez na escola hoje?
– ahekfnepajrnodofdjg BIGOSH (Brinquei de um monte de coisas com meus AMIGOS)

– Ben, o que teve de fruta na escola hoje?
– ahekfnepajrnodofdjg ANCHA (Comi uma super deliciosa e suculenta LARANJA)

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Das coisas que não quero esquecer aos #21meses

  • Do teu jeito fofo de falar queijo (jeijo), dançar (sá), Ben (Men), uva (ufa), desenhar (nhenhenhá), laranja (nhancha), bolo (bolho), iogurte (guti) e pinguim (Quinguim)
  • De como tuas mãos continuam pequenininhas
  • De quando a gente tem que cantar todo o repertório de músicas do Boi de Mamão, todos os dias, diversas vezes por dia. E de como temos que colocar outros bichos na letra da música.
  • Que tu chamas os adultos de titio e tia, mas as crianças são todas “migo”
  • De quando papai e eu estamos nos abraçando, e tu vens correndo e abraças nossas pernas.
  • De como tu fazes questão de que todos participem (da comida, da brincadeira, da escovação de dentes, da leitura do livro…): uma vez a mamãe, outra o papai, e então o MEN…
  • De como tu vens correndo pela porta da escola quando a profe anuncia que a mamãe chegou. E de como tu falas “Qué mamá” sorrindo, a caminho do carro.
  • Do dia em que tu fizeste questão de levar o Paco para passear. Tua relação com ele é linda!
  • Da tua cara de felicidade quando chega o Papai.
  • Da tua mania de levar objetos esdrúxulos a tira-colo na hora de mamar pra dormir: escova de dentes, um livro enorme, um martelinho de madeira…
  • Da tua mania de escolher a dedo o talher na hora das refeições, e de querer comer em potinhos diferenciados…
    Pote de pipoca

    Pote de pipoca

    Colher de pau

    Colher de pau

    Potinho de empilhar

    Potinho de empilhar

Das coisas que aconteceram nesse último mês:

– Pular com os dois pés direitinho
– Alcançar o interruptor de luz do quarto
– Subir escadas com desenvoltura, mas ainda precisas de ajuda na descida
– Fingir que está fazendo xixi na privada (e ignoras solenemente o penico que mamãe comprou)
– Buuu virou Faca (vaca), Tóla (história) virou Vivo (livro), Potó virou Ainho (Cavalinho), Qué virou Quélo (quero).

 

 

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Dicas de presentes para bebês e crianças

Eu recebo muitas sugestões de pauta por e-mail, mas nem sempre o tema combina com o perfil do Bem que se Quis. Dessa vez foi um pouco diferente, achei a sugestão de pauta bem sutil e ao mesmo tempo útil. Um dos posts mais visitados do Blog é o de Dicas de presente para 1 ano, que fiz no início do ano. Por isso curti essa sugestão que recebi da Fisher Price (achei justo citar a marca hehehe…). Vejam algumas dicas de presente para bebês, crianças e adolescentes.

Peças de encaixe podem ter o som que você quiser!

Peças de encaixe podem ter o som que você quiser!

Os brinquedos que as crianças mais vão gostar por faixa etária, de acordo com a especialista em desenvolvimento infantil e consultora Fisher-Price Teresa Ruas:

· 0 a 4 meses: chocalhos, mordedores; ginásios e tapetinhos com mobílies; mobílies; itens de borracha para banheira, brinquedos sonoros.

· 4 a 8 meses: brinquedos de ação e reação, cubos/potes que possam estar seguros nas mãos e serem batidos um contra o outro; brinquedos que rolem para estimular o engatinhar; chocalhos.

· 8 a 18 meses: cubos para empilhar; potes para encaixe simples; brinquedos com corda para serem puxados; brinquedos de encaixe simples; instrumentos musicais e brinquedos sonoros.

· 18 a 36 meses: fase de grande desenvolvimento simbólico e de representação dos significados. Brinquedos que explorem este universo (bonecas, carrinhos, telefones). Brinquedos de encaixe; potes para empilhar; bolas de diferentes tamanhos, peso e textura; livros musicais.

· Pré-escolares, de 3 a 6 anos: quebra cabeça; blocos para empilhar; jogos e brinquedos de encaixe com maiores desafios (diferente do encaixe simples); jogos e conjuntos para associar números, quantidades, cores, frutas, animais domésticos/selvagens e objetos; jogos com regras bem simples para desenvolver o comportamento em grupo; brinquedos para explorar a simbolização e imaginação (trem, avião, princesas, bonecas, carros); livros infantis.

· Crianças de 6 a 9 anos: jogos/brinquedos criativos e recreativos que estimulem as habilidades cognitivas e motoras; jogos com regras mais complexas que estimulem a convivência e valores grupais; quebra cabeça; livros infantis; livrinhos para desenhar e colorir.

· Crianças de 9 a 12 anos: jogos com regras mais complexas e que exijam raciocínio; jogos e brinquedos utilizados ao ar livre que estimulem a competição, a convivência em grupo e o aprendizado social; livros; quebra cabeça.

· Adolescentes (após os 12 anos): quebra cabeça com número alto de peças pequenas; jogos que estimulem a relação de causalidade nas hipóteses e na indução; jogos e brincadeiras que estimulem o pensamento da indução de leis.

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Aos #20 meses

Aos 20 meses, o Ben está cada dia mais delicioso. Enquanto escrevo, ele saiu pra andar de “leta” (bicicleta) com o pai. É claro que ele não esqueceu que tem que colocar o “péu” (chapéu, mas vale também para toucas e capacetes).

Antes de sair, ele comeu o seu tão amado “guti” (iogurte natural, sem nada nadinha), enquanto o restante da família comia a sobremesa (#mejulguem). Aliás, ele até fez menção a querer nossa sobremesa, que ele chama de “bolho”(bolo), mas o guti é imbatível.

O guti é nosso lanche coringa. Quando queremos que ele coma tranquilamente, e bastante, oferecemos guti e ele fica faceiríssimo. Chega a dar gritinhos de felicidade! E olha que é iogurte puro, daqueles que não levam nenhum outro ingrediente além de leite.

Outras comidas favoritas suas são a uva e a letrinha (macarrão de letrinhas). É só oferecer que temos certeza de que a pança vai ficar cheia e ele ainda vai querer mais! Ultimamente temos ido a muitas e muitas festinhas de aniversário e felizmente a maioria ofereceu algum tipo de fruta para os menores. E é tiro-e-queda: ele vê a uva e não quer nem saber da mesa de doces. Aliás, ele praticamente desconhece a existência e finalidade da mesa de doces das festas infantis (ainda!).

Nesse último mês tivemos um salto gigantesco no vocabulário: quack quack virou pato, bu virou vaca, potó virou “valo”. E muitas outras evoluções!

Já constrói frases com 3 ou mais palavras, como o estupefante “Não quéo mamá” (não quero mamar) que eu ouvi dia desses #mimimi.

Está cada dia mais apaixonado pelo Papaiê. Agora faz questão da presença dele enquanto mama antes de dormir. E ao acordar, a primeira coisa que fala é “Dia papaiê”<3

Parece um menino tímido, mas de uns tempos pra cá inventou de dizer “Ooooi” quando entramos em alguma loja. Na queijaria, ele emenda o “Ooooi” com o “Huuummmm tojo” (hum, gostoso!). E chama as pessoas desconhecidas de “Titio” por padrão.

“Meu” entrou no vocabulário com força. E nessa última semana (20 meses e 1 semana rs) ele passou a falar também “Ben”. Foi a primeira vez que ele se viu em uma foto e disse “Ben” em vez de dizer “Mamãe”.

Será o princípio do fim do binômio mãe-bebê??

Não falei que ele está um delicinho??

Ben-e-papai-a-cavalo

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Cantoria

Os dias por aqui têm sido de muita cantoria! De um rapazote que gosta de cantar, que a cada dia canta mais partes de cada música, e que quando acaba uma ele logo fala “ôta”.

Mas tem que ser a música que ele quer. É mais ou menos assim:

– Ôta

– “Fui morar numa casinha-nha”

– Não!

– “Borboletinha, tá na cozinh..”

– Não papau, não!

– “1, 2, 3 indiozinh..”

– Não ‘quaco’, não!

E normalmente as que funcionam, com direito a coreografia, coro e interpretação são:

Era uma vez um Gigante, também conhecida como ” TIM” (que é o espirro no final do clipe)

O Jacaré Careca, também conhecida como “Calé”, com a língua de fora.

Bicharada, dos Saltimbancos. Esse a mamãe tá aprendendo a cantar ainda, mas a parte que os bichinhos falam é sucesso!

Palma, palma, palma, pé pé pé. Mas essa em casa nós só cantamos, nunca colocamos para assistir.

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Das coisas que eu não quero esquecer

De quando a gente está lendo o último livrinho antes de dormir, tu fechas o livro e diz “tiu” (fim)

De quando, a seguir, eu digo “vamos dormir”, e tu abres um sorriso, vens deitar ao meu lado na cama, fala “Táu Papaaaai” e mandas um beijo.

De quando tu encontras o chapéu de festa junina, colocas na cabeça e continuas a brincar.

De quando te falei que íamos passear de bicicleta, entrei em casa para me arrumar, e quando saí tu já estavas sentado na cadeirinha na garupa da bicicleta! Perigo!

De quando, em pleno desmame noturno, em meio a um chororô, tu apontaste letras no LOVE no meu pijama e falaste “A I O E”!!

De quando estamos falando em números e tu contas com os dedinhos “quaco”.

De quando a gente acorda e tu falas “ia!”, que logo evoluiu para “dia!”

De quando o Paco comeu a banana na tua mão. E essa nem tu esqueces, vives relembando que “Paco, anana !; “Paco, anana !”; “Paco, anana !!”

De quando a gente passa em uma rua esburacada e tu gritas “au, ai, ai, au”.

Que tu chamas o cavalo e outros quadrúpedes da família (incluindo a girafa e a zebra) de ptal (pocotó), a vaca de buuu, a onça de raaaaw e o jacaré de alé, com a língua pra fora. Sei que logo vais aprender a falar o nome certo, não quero me esquecer!

Do pessoal do banho

O pessoal do banho

E vou te lembrar pra sempre de como tu gostas de frutas desde pequenininho!

Ben comendo maçã

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Precisamos falar sobre o puerpério.

PuerperioEra uma vez uma mulher que estava dirigindo na BR e precisou parar para trocar o pneu. Ela parou no acostamento e saiu do carro disposta a trocar o pneu (talvez com alguma ajuda), e certa de que sua viagem continuaria a mesma, com a diferença de que dali pra frente ela teria que viajar com o estepe.

Ela conseguiu trocar o pneu do carro (sozinha ou com ajuda, não importa) e assim que a ultima porca do pneu foi apertada, ela se dirigiu à porta do motorista para voltar ao seu posto e seguir viagem. Só que ela não sabia que naquela região o acostamento também era utilizado como pista, e que era muito utilizada por caminhões. Então, antes que ela conseguisse entrar no carro de volta, apareceu um caminhão desgovernado que a atropelou, levando ali tudo o que ela conhecia e chamava de vida.

Num primeiro momento, a motorista pensou que sua vida tinha acabado por ali. Mas depois do resgate, foi encaminhada para a UTI, onde passou muitos meses em coma, depois foi para o quarto. Gradualmente foi se recuperando, e depois de cerca de 12 meses de tratamento, finalmente se sentiu apta a voltar a uma vida dita normal.

Mas a essa altura do campeonato, ela já havia percebido que sua vida, tal qual conhecia antes do incidente, não existia mais. E que ela carregaria para sempre as seqüelas daquele fatídico dia.

Muito prazer, eu sou a motorista. E o caminhão que me atropelou se chama PUERPÉRIO.

Wikipedia
Puerpério é o nome dado à fase pós-parto, em que a mulher experimenta modificações físicas e psíquicas, tendendo a voltar ao estado que a caracterizava antes da gravidez.

O puerpério inicia-se no momento em que cessa a interação hormonal entre o ovo e o organismo materno. Geralmente isto ocorre quando termina o descolamento da placenta, logo depois do nascimento do bebê, embora possa também ocorrer com a placenta ainda inserida, se houver morte do ovo e cessar a síntese de hormônios.

O momento do término do puerpério é impreciso, aceitando-se, em geral, que ele termina quando retorna a ovulação e a função reprodutiva da mulher.

 

Laura Gutman
Vamos considerar o puerpério como o período que transita entre o nascimento do bebe e os dois primeiros anos, ainda que emocionalmente haja um progresso evidente entre o caos dos primeiros dias -em meio a um pranto desesperado- e a capacidade de sair ao mundo com um bebe nas costas.(…)

Recordar o puerpério equivale frequentemente a reorganizar as imagens de um período confuso e sofrido, que engloba as fantasias, o parto tal como foi e não como havia querido que fosse, dores e solidões, angustias e desesperanças, o fim da inocência e o inicio de algo que dói trazer outra vez a nossa consciência.Para começar a armar o quebra-cabeça do puerpério é indispensável ter em conta que o ponto de partida é o parto, quer dizer, a primeira grande desestruturação emocional. Como descrevi no livro “maternidade e o encontro com a própria sombra “para que se produza o parto necessitamos que o corpo físico da mãe se abra para deixar passar o corpo do bebe, permitindo uma certa “ruptura” corporal também se realiza em um plano mais sutil, que corresponde a nossa estrutura emocional. Há um algo “que se quebra, ou que se “desestrutura” para conseguir a passagem de “ser um a ser dois”.

PUERPÉRIO. A gente pode passar a vida sonhando ser mãe, meses se preparando parao parto, dias e semanas lendo sobre amamentação. Mas nada nem ninguém consegue nos preparar adequadamente para ele, o puerpério.

Hoje em dia quando vejo mulheres maravilhosamente maquiadas posando com seus filhos recém-nascidos, eu nutro um sentimento ambivalente, de pena e de inveja.

De pena por essa mulher, que acredita que tem que estar linda/em forma/disposta/normal/pronta para o marido logo depois que o seu filho nasceu. Seja por uma cobrança da família, do emprego, da condição social, ou dela própria.

E de inveja por ela realmente conseguir atender a tais expectativas.

Fico pensando em quanta coisa importante acaba sendo deixada de lado quando uma mulher não se permite (é permitida) viver plenamente o puerpério. Quantas necessidades (dela, do bebê, da família) acabam sendo negligenciadas a cada vez que outra necessidade é colocada à frente desse momento ímpar.

No puerpério, pelo menos pra mim, não existia nenhuma prioridade maior do que a vida do meu filho. Amamentar estava acima de qualquer necessidade. Protegê-lo, cuidar dele, satisfazer suas necessidades, eram o que me movia, dia após dia. Se tínhamos um compromisso para ir, por exemplo, com uma semana de antecedência eu já sabia a roupa que ele iria vestir e o que teria na mala. Mas só na hora de sair de casa eu me dava conta de que eu mesma teria que vestir/comer/levar algo. Eu vivia para ele. E foi assim intensivamente nos seis primeiros meses e gradualmente reduzindo nos meses seguintes.

Foi um período em que eu estive especialmente vulnerável. Nos primeiros dias, apesar de todo o apoio e parceria do meu marido, e apesar das visitas diárias de amigos e familiares, me sentia extremamente sozinha. A solidão era mais porque não havia com quem dividir tudo aquilo que eu estava vivendo. Era eu quem tinha que viver cada uma daquelas sensações, ninguém viveria por mim. Acho que isso foi no período do “coma”.

Depois de sair da “UTI”, fui pro “quarto” e lá consegui reproduzir minha vida quase como ela era antes de ser atropelada. A casa relativamente em ordem, o filho alimentado, vestido, protegido. Mas como qualquer pessoa em “recuperação”, precisei de muito apoio do marido (imprescindível), da família, dos amigos, para que tudo isso realmente ficasse em ordem. Nesse período, conheci outras mulheres “em recuperação”. Felizmente, nos unimos num grupo de “puérperas anônimas”, e juntas dividimos todas as alegrias e angústias da maternidade. Graças a elas, percebi que não estava sozinha, não era a primeira e não seria a última a ser atropelada pelo tal caminhão desgovernado.

E tenho pra mim que vivi o puerpério por exatos 15 meses. E não foi a minha volta ao trabalho que determinou o fim dele. Mas exatamente o contrário: foi somente com o fim do puerpério que me vi pronta para voltar ao mercado de trabalho. Não vejo isso como positivo ou negativo. Penso que eu tenha apenas respondido a um chamado da natureza, por assim dizer. E sinto muito por quem não se deixa viver o puerpério por completo. Pois ao negar, boicotar, esse chamado (que pode durar semanas, meses o ano, como no meu caso), alguma parte da maternidade acaba sendo prejudicada.

Mas eu não vivi tudo isso tendo plena consciência de que estava passando pelo puerpério. Isso tudo são conclusões que eu tiro agora, olhando para trás. Naquele tempo eu achava sempre que devia estar fazendo melhor (cuidando melhor da casa, me arrumando melhor, namorando mais…), me sentia em dívida, mas não conseguia cumprir com minhas expectativas. Agora entendo melhor o por quê.

Então, se eu pudesse dar um conselho para quem está prestes a ser atropelada por esse caminhão desgovernado, eu diria: Coloque-se em primeiro lugar nas tuas prioridades (o bebê faz parte de ti). Permita-se viver plenamente o puerpério, e não tente provar para ‘os outros’ que ‘tá tudo bem, foi só um arranhão’. Entregue-se ao chamado da natureza.

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Desmame noturno – parte 2

Eis que nem demorou tanto e nem foi tão difícil quanto eu pensei: o Ben está oficialmente dormindo das 20h à 6h! Todas comemora!!!

É claro que na noite seguinte à do último post (quando dei essa notícia em primeira mão), ele acordou diversas vezes, mamou no meio da madrugada, tivemos uma noite daquelas, e eu achei que não devia já ter cantado vitória antes do fim do jogo.

Só que o tempo mostrou que aquela noite é que foi exceção, e não o contrário. Na maioria das noites ele tem ido das 20h (mais ou menos) até às 6h (mais ou menos também).

O método que utilizamos foi o que contei no primeiro post sobre o assunto: não dar de mamar entre 0h e 6h. E se ele acordar nesse meio-tempo, ganha abraço, carinho, água, cantiga de ninar, mas não ganha peito. Tivemos umas noites muito difíceis, muito chororô e bam: um molar no meio do caminho!

Um não. Logo dois.

Nasceram dois molares no meio do desmame noturno, e eu achei que tudo iria por água abaixo. Mas nem tanto! Tirando duas ou três noites que voltamos para o mamá em livre demanda à noite, logo restabelecemos a regra das 0h às 6h e o Ben se comportou lindamente! Ele já tinha entendido que à noite não tem mamá, e foi muito bom termos voltado atrás durante o período em que os dentes estavam nascendo. Ele realmente estava precisando.

Acho que o grande aprendizado de todo o processo de desmame noturno foi esse: sem radicalismos, sem pressão. Se precisar voltar um estágio, voltamos, sempre respeitando os limites de todos os envolvidos.

Demorou mais uns dias até que eu pudesse considerar como uma noite inteira dormindo. Acho que meu organismo ainda não tinha entendido que dava pra desligar até às 6h da manhã. Agora ele já desliga mesmo, tanto que quem ouve o pequeno chamar de manhã cedinho é sempre o papai.

E como a regra foi das 0h às 6h, e ele entendeu muito bem essa parte, às 6h de la matina ele vem pra nossa cama. E aqui MA-MA. Às vezes ele mama um pouquinho e dorme. Outras vezes fica mamando atééé que a gente acorde.

Mas eu não ligo. Pra quem já passou a noite inteira plugado, ficar só 1h já está de bom tamanho!

Importante contar que o desmame noturno começou na nossa cama mesmo, sem mudanças bruscas. Ele sempre começou a noite dormindo na cama dele, mas na hora de irmos para a nossa, ele vinha dormindo mesmo e dormia entre a gente. Depois de um tempo, experimentamos deixá-lo na caminha dele durante a noite também, e foi aí que vimos que tinha funcionado: ele acordou só às seis. Nesse meio-tempo, tivemos também a chegada do inverno, e ele veio pro nosso quarto (que tem ar condicionado), uns dias na cama, uns dias no colchão dele no chão.  E funcionou sem estresse.

É impressionante a capacidade de compreensão que eles têm com essa idade. Quando a gente menos espera, eles mostram que já estão sacando tudinho!!

Nessa história toda, restaram apenas 3 mamadas durante o dia: essa às 6h, outra quando chegamos da escola, e a última antes de dormir.

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